Divulgação: Projeto de extensão cria grupo de apoio para trabalhadores assediados moralmente em Florianópolis

03/05/2016 07:08

Assedio Moral

 

 

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) irá formar um novo grupo de apoio aos trabalhadores que sofrem de assédio moral no desempenho de suas atividades profissionais em Florianópolis e região. Os interessados devem marcar entrevista para identificar se as situações vivenciadas no âmbito do trabalho constituem assédio moral de fato. Interessados devem enviar um e-mail para . As vagas são limitadas, e o prazo para o envio encerra no fim do mês.

As situações mais características desses constrangimentos pessoais impostos por parte de chefias e por colegas estão no manual Assédio Moral no Trabalho: uma violência a ser enfrentada. Os interessados podem fazem o download no site da UFSC.

De acordo com a coordenadora do projeto de extensão Combate e Prevenção ao Assédio Moral no Trabalho para a Promoção da Saúde do Trabalho, Suzana da Rosa Tolfo, do departamento de Psicologia da UFSC, estas situações são mais comuns do que se imagina. “Dificilmente, o trabalhador assediado encontra apoio nas organizaçõess . Por isso, a disposição de um espaço para informação, troca de experiência favorece estratégias de defesa, bem como atividades terapêuticas breves. Elas são realizadas por alunos de graduação e pós-graduação, sob minha supervisão”.

Os encontros semanais posteriores – todos realizados na UFSC – tratam da exposição do problema individual ao grupo, bem como a busca de estratégias de enfrentamento à dificuldade vivenciada pelo trabalhador. Para a coordenadora, esses problemas têm consequências negativas para o bem-estar do trabalhador e não devem ser ignorados. Crises de ansiedade generalizadas e depressão são alguns dos problemas de saúde decorrentes do Assédio Moral. Iniciado em 2011, o grupo de apoio tem se mostrado eficiente no sentido de ajudar na troca de experiências entre trabalhadores de todos os níveis: serventes terceirizados, professores universitários concursados, servidores públicos e empregados de empresas privadas e de economia mista.

Fonte da notícia: site www.ufsc.br

Gripe e Vacinação

27/04/2016 07:42

Gripe e Vacinação

 

Vacina contra a Influenza (Gripe)

A gripe é causada pelo vírus da Influenza. Ocorre início súbito de febre alta e tosse.  Pode haver também: dores musculares e de articulações, dor de cabeça, dor de garganta, coriza, mal-estar intensa, náuseas e vômitos. Geralmente, deixa o indivíduo acamado. A recuperação completa pode durar até uma semana e pode complicar com pneumonia e desconforto respiratório. A transmissão ocorre principalmente através do contato com partículas eliminadas por pessoas infectadas ou mãos e objetos contaminados por secreções. É muito elevada em ambiente domiciliar, creches, escolas e em ambientes fechados. A transmissão também é elevada em aviões, navios e outros meios de transporte coletivo. Extremamente contagiosa, o vírus penetra no organismo através das vias respiratórias.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se que a influenza acomete 5 a 10% dos adultos e 20 a 30% das crianças, causando 3 a 5 milhões de casos graves e 250.000 a 500.000 mortes todos os anos.

Todas as pessoas após os 6 meses de idade devem ser vacinadas. Porém determinados grupos de risco cujas complicações secundárias são mais comuns e graves, ou que possuem maior risco de contágio, possuem preferência na vacinação. São eles:

  • Idosos a partir dos 60 anos
  • Cardiopatas
  • Indivíduos com Doenças Pulmonares Crônicas
  • Diabéticos
  • Indivíduos com obesidade grau III
  • Indivíduos com AIDS e imunossupressões
  • Pessoas com Doenças Renais Crônicas
  • Pessoas com Doenças Hepáticas crônicas
  • Transplantados
  • Gestantes e puérperas
  • Profissionais de saúde
  • Pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema carcerário
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos, que estejam cumprindo medidas sócio-educativas
  • Povos indígenas

Como medidas de prevenção, devemos lavar as mãos frequentemente, cobrir o nariz e boca ao espirrar e nos vacinar contra a Gripe. A vacinação contra Influenza mostra-se como uma das medidas mais efetivas para a prevenção da Influenza grave e de suas complicações.

Há dois tipos de vacina contra a Gripe. A Trivalente protege contra as cepas (H1N1 e H2N3) do vírus da Influenza A e uma cepa da Influenza B (Brisbane). A Tetravalente tem as mesmas cepas da Trivalente, além da cepa Phuket da Influenza B.

Quanto aos eventos adversos da vacina contra a gripe, a dor no local da aplicação é o mais comum. Não existem evidências de que a vacina possa causar eventos sistêmicos graves como, febre alta ou Síndrome de Guillain-Barré.

A vacinação ocorre anualmente, devido às mudanças das características dos vírus Influenza circulante a cada ano. Nas crianças de 6 meses a 9 anos incompletos (que estejam recebendo a vacina pela primeira vez) é feita em duas doses, com intervalo de 30 dias entre elas. Nos adultos e crianças que já receberam anteriormente uma dose da vacina, é feita em dose única.

Fontes: 

– Ministério da Saúde – Informe técnico sobre Influenza

– Casa de vacinas GSK

– Sociedade Brasileira de Imunizações

Texto elaborado por:

Dra. Andréa Benincá de Almeida

Médica do Trabalho

Divisão de Saúde e Segurança do Trabalhador

DSST/CPVS/DAS- UFSC

Vacina – Mitos e Verdades

14/04/2016 14:35

Vacina - Mitos e Fatos

 

A prevenção de doenças e acidentes é o melhor caminho para a conquista de uma vida saudável. Pensando na melhor maneira de auxiliar na prevenção de doenças infecciosas, divulgaremos informações sobre vacinas.

A vacinação é uma das medidas mais importantes de prevenção contra doenças. É muito melhor e mais fácil prevenir uma enfermidade do que tratá-la, e é isso que as vacinas fazem.

 

Qual é o problema real da vacina?

Quando se trata da história das vacinas, realmente foi um passeio longo e acidentado. A vacina por muitas vezes é considerada como a maravilha da tecnologia moderna, outras vezes são uma fonte de suspeita e debate.

 

Será que algum dia vamos chegar a um acordo sobre os riscos e benefícios das vacinas?

Provavelmente não.

 

Abaixo estamos listando algumas questões levantadas em relação as vacinas, iremos apontar o que são mitos e verdades:

 

Algumas vacinas contêm mercúrio.

Verdade
Timerosal, um conservante que contém cerca de 50% de mercúrio, impede a contaminação por bactérias. Ela pode ser encontrada em vacinas contra a gripe, de acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (CDC).

No entanto, desde 2001, o Timerosal não esteve presente nas vacinas de rotina para crianças menores de 6 anos. E, tanto a vacina para gripe e algumas vacinas para adultos e adolescentes podem ser encontrados nas versões sem Timerosal, ou com doses mais baixas.

 

As vacinas causam o autismo?

Mito

Um estudo de 1998, por Andrew Wakefield encontrou uma ligação entre a vacina MMR com sarampo, rubéola e o autismo, desencadeando um pânico que levou à queda das taxas de imunização, e os surtos subsequentes.

Desde então, o estudo foi considerado com falhas, e foi recolhido pela revista que publicou. Em 2004, o Institute of Medicine publicou um relatório que não encontrou nenhuma evidência científica de uma relação entre a vacina MMR e autismo. E em setembro de 2010, o CDC publicou resultados semelhantes.

“É mais arriscado para o seu filho se ele não for vacinado”, diz Carrie Nelson, presidente da Comissão de Saúde da Pública e da Ciência americana.

 

As vacinas podem ter efeitos colaterais?

Verdade

As vacinas não são isentas de riscos. Os efeitos colaterais mais comuns é dor no local da injeção e febre, que são tratadas com paracetamol ou ibuprofeno. Menos comuns são as crises convulsivas e os riscos variam de acordo com a vacina. Por exemplo, 1 em 14.000 crianças sofre um ataque depois de receber a vacina tríplice, que é 1 em 3.000 com a vacina MMR.Algumas crianças tem maior risco de efeitos colaterais do que outros.

 

Você está seguro se todos estão vacinados?

Mito

Infelizmente não. “Muitas famílias acreditam que se os filhos foram vacinados em escolas, todos da mesma família teriam menos possibilidades de ficar doentes, tornando assim muito fácil para as doenças imunopreveníveis se espalhar”, diz Ari Brown, pediatra e porta-voz da Academia Americana de Pediatria.

Dra. Brown diz que isso “era” verdade quando algumas pessoas não podem ser vacinadas, devido a restrições de saúde ou idade. Além disso, você pode pegar alguns germes, como o tétano e hepatite A, a partir do solo ou alimentos contaminados, e outros não.
Vacinas podem garantir proteção?

Mito

As vacinas não são uma garantia de 100% que você não vai ficar doente. Mas eles são uma grande arma na prevenção contra as doenças.

Mesmo tomando a vacina da gripe você ainda pode ficar com gripe, mas é provável que seja de menos gravidade. Ou então, tomar a vacina contra catapora. Segundo Dra. Brown a vacina de catapora é 80% eficaz contra a infecção e prevenção, mas 100% eficaz na proteção contra doenças graves.

Para a melhor proteção, os especialistas contam com “imunidade em massa”, quanto mais pessoas forem vacinadas na população, melhores são as chances de proteger a todos, incluindo pessoas que não podem tomar vacinas devido à idade, saúde ou por motivos religiosos.

 

Excesso de doses de vacina pode enfraquecer o sistema imunológico?

Mito

Dra. Brown diz que é completamente o contrário. “Cada dose permite que o corpo possa montar uma resposta imune e produzindo mais anticorpos de defesa ajudando que o corpo possa lutar contra uma infecção real”

As crianças recebem as vacinas múltiplas o mais cedo possível para fornecer o máximo de proteção. Tanto o Comitê Consultivo em Práticas de Imunização e da Academia Americana de Pediatria recomenda que as vacinas sejam dadas às crianças ao mesmo tempo quando for o caso.

 

As vacinas são apenas para crianças?

Mito

Existem numerosas vacinas que podem ajudar a manter adolescentes e adultos, jovens e velhos, saudáveis. A mais famosa entre os adultos é a vacina contra a gripe que deveria ser aplicada a dose anualmente.

Os estudantes universitários devem ter uma vacina contra a meningite antes de viver em um dormitório ou repúblicas para estudar, e idosos podem se beneficiar de vacinas contra a pneumonia.

Adultos também precisam de reforços para o tétano e coqueluche. As crianças não estão totalmente imunizadas contra coqueluche até os 4 anos, o Dr. Nelson diz: bebês menores têm alto risco, e a coqueluche pode ser transmitida aos bebês por adultos.

 

A vacina do HPV é só para meninas?

Mito

Existem duas vacinas contra o HPV: Cervarix, para meninas e mulheres de 10 a 25 anos, e Gardasil, para o sexo feminino 9 a 26 anos. Mas a vacina também pode ser dada aos meninos e homens entre as idades de 9 a 26 anos. Gardasil protege contra os tipos 6 e 11 do papilomavírus humano, que causa cerca de 90% de todas as verrugas genitais.

 

As mulheres grávidas NÃO podem receber vacinas?

Mito

Bem, isso é parcialmente verdade. Segundo a Academia Americana de Médicos de Família, mulheres grávidas não devem receber vacinas para varicela (catapora) ou MMR.

Mas a vacina inativada contra a gripe é segura e até mesmo recomendada para mulheres grávidas, a Dra. Brown diz. Durante a gravidez, as mulheres têm o sistema imunitário comprometido, tornando-as mais suscetíveis à infecção.

Mas muitos não estão recebendo a vacina contra a gripe, segundo o CDC Americano, na última estimativa, apenas 11% das mulheres grávidas foram imunizadas. Dra. Brown diz que a vacina dispara a produção de anticorpos da mãe, protegendo o seu bebé durante os primeiros seis meses de vida.

 

A imunidade natural é melhor?

Verdade

Dr. Nelson diz que as infecções são mais propensas do que as vacinas para provocar imunidade vitalícia. (Uma exceção é a gripe, pois o vírus sobre constantes mutações.).

O problema com a imunidade natural é o risco de complicações. A catapora pode levar à pneumonia, encefalite, infecções da pele como a MRSA. A infecção da pólio pode causar paralisia permanente, caxumba, surdez, e Haemophilus influenzae tipo B (Hib) e danos cerebrais.

 

As vacinas NÃO são necessárias porque a doença foi erradicada?

Mito

A única doença infecciosa humana que foi erradicada no mundo é a varíola, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Ainda hoje existem surtos de doenças como sarampo, caxumba e coqueluche.

As vacinas podem protegê-lo quando você está perto de pessoas que não estão vacinadas em qualquer lugar do mundo.

 

Dra. Andréa Benincá de Almeida

Médica do Trabalho

Divisão de Saúde e Segurança do Trabalhador

DSST/CPVS/DAS- UFSC

Circuito Saúde – Edição 2016

10/03/2016 07:28

Circuito Saúde Edição 2016 - Cartaz

 

 

A edição 2016 do Circuito Saúde é um evento de Promoção à Saúde que visa avaliar a saúde física e mental dos servidores lotados na Secretaria de Gestão de Pessoas – SEGESP e Reitoria I, com vistas a realizar uma escuta qualificada e orientá-los para hábitos saudáveis.

Além disso, tem como objetivos específicos:

– avaliar a saúde física através da antropometria (verificação do peso, altura, IMC, circunferência abdominal, cervical, pressão arterial, gordura corporal, frequência cardíaca e saturação de oxigênio);

– avaliar condições bioquímicas através do teste de glicemia, colesterol e triglicerídeos;

– avaliar as condições inerentes à medicina do tráfego (acuidade visual, auditiva, visão cromática e campo visual);

– realizar atendimento social individual, visando avaliar os hábitos de vida, relações interpessoais, do ambiente e dos processos de trabalho;

– realizar atendimento médico individual, emitindo orientações e encaminhamentos em saúde.

– realizar um levantamento das condições gerais de saúde dos servidores da SEGESP.

1ª Oficina de Nutrição – Alimentação Saudável

23/02/2016 10:09

1ª Oficina de Nutrição - Alimentação Saudável - Cartaz

 

A 1ª Oficina de Nutrição: Alimentação Saudável foi uma atividade da Equipe de Promoção e Vigilância à Saúde da UFSC  e realizada em parceria com a UNIMED.

Na ocasião, contamos com a nutricionista Larissa Pavei da UNIMED que ressaltou a importância de priorizar um estilo de vida saudável e foco na educação alimentar, momento em que apresentou o texto Dez passos para uma alimentação adequada e saudável (confira aqui).

A Oficina teve uma repercussão positiva, dinâmica e participativa, com a presença de aproximadamente 40 servidores lotados na Reitoria I.

Sugestões para novos eventos poderão ser encaminhados para o email: promocaosaude.das@contato.ufsc.br.

1ª Oficina de Nutrição - Alimentação Saudável - Foto 01 1ª Oficina de Nutrição - Alimentação Saudável - Foto 02 1ª Oficina de Nutrição - Alimentação Saudável - Foto 03

 

Suicídio: Informando para prevenir

11/09/2015 09:54

O Conselho Federal de Medicina (CFM) elaborou uma cartilha sobre suicídio, com a intenção de fornecer informações sobre o tema aos profissionais da saúde, de forma a ajudá-los a identificar pessoas em risco e prevenir o ato suicida.

Confira a cartilha na íntegra:

cartilha suicídio