Paralisação Nacional FASUBRA para 10/08/2018

09/08/2018 12:00

O departamento de atenção à saúde (exceto a junta médica oficial) informa que suspenderá suas atividades no dia 10/08/2018 em virtude de paralisação convocada pela FASUBRA (Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil) intitulada ‘Dia do Basta!’.

Dia do Basta!

Expediente dia 09 de julho de 2018

05/07/2018 07:35

Informamos que dia 09 de julho de 2018 não haverá atendimento ao público nas divisões CPVS, DSST, DSSU, JMO exceto a DISS – Divisão de Serviço Social.

Neste dia serão aplicadas as provas do Vestibular UFSC/2018.

Ressaltamos que, de acordo com o Memorando Circular nº 17/2018/GR, as horas não trabalhadas deverão ser repostas.

Prestação de contas aos planos de saúde contratados individualmente

15/05/2018 07:55

Em atenção à Portaria Normativa nº 1, de 9 de março de 2017, a Divisão de Saúde Suplementar (DSSU/DAS/Prodegesp) informa que o benefício per capita saúde suplementar é um “Ressarcimento Indenizatório”.

Desta forma, a comprovação dos pagamentos das mensalidades dos planos de saúde contratados individualmente é obrigatória e deverá ser feita uma vez ao ano, ou seja, para os pagamentos efetuados no período entre janeiro a dezembro de 2017, o prazo de envio será até o último dia útil de abril de 2018, acompanhada de toda documentação comprobatória, tais como:

I. boletos mensais e respectivos comprovantes do pagamento;
II. declaração da operadora ou administradora de benefícios, discriminando valores mensais por beneficiário, bem como atestando sua quitação; ou
III. outros documentos que comprovem de forma inequívoca as despesas e respectivos pagamentos.

 

Obs: Esta regra não se aplica aos planos Unimed da UFSC.

 

Destaca-se que o não envio das comprovações até o dia 30 de abril de 2018, levará a suspensão do benefício e instauração de processo para reposição ao erário.

Servidores da UFSC recebem capacitação para realizarem Exames Médicos Periódicos

16/03/2018 13:53

Foto: Jair Quint /Agecom/UFSC

A capacitação do módulo SIAPE-Saúde para servidores da UFSC que realizarão os Exames Médicos Periódicos, ministrada por Henrique Glaeser, da Coordenação-Geral de Saúde, Segurança e Qualidade no Trabalho do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), ocorreu nesta quinta-feira, 15 de março, no laboratório de informática da Coordenadoria de Capacitação de Pessoas (CCP).

A abertura foi realizada pela Pró-Reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Carla Cristina Burigo e o diretor do Departamento de Atenção à Saúde (DAS), Paulo Eduardo Botelho. Na parte da manhã foram realizados os módulos administrativos e de cadastros SIAP-Saúde com os servidores administrativos. E no período da tarde a capacitação foi voltada para a realização dos exames com os Médicos do Trabalho.

Os Exames Médicos Periódicos é uma iniciativa do DAS e Administração Central em cumprimento ao Decreto 6.856 de Maio de 2009.

Febre Amarela

31/01/2018 09:33

O Ministério da Saúde informou que, no país, entre julho de 2017 e 14 de janeiro deste ano, já foram registrados 35 casos e 20 mortes por Febre Amarela.

A Febre Amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus (arbovírus), e é transmitida pela picada de um mosquito. Existem dois tipos de Febre Amarela, a Silvestre e a Urbana. No caso da FA silvestre, são os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes que transmitem o vírus e os macacos são os principais hospedeiros, e, Na FA urbana o vírus é transmitido pelos mosquitos Aedes aegyptii ao homem. A doença não é contagiosa de pessoa para pessoa, somente ocorre quando há a picada do mosquito já infectado com o vírus.

Os sintomas são: febre, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas e no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Pode cursar comquadro grave, e a pessoa desenvolve febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele), sangramento e, eventualmente, choque e falência de múltiplos órgãos.Nesses casos, pode levar à morte em cerca de uma semana, se não tratada rapidamente. Quando ocorre a cura, a infecção confere imunidade duradoura, ou seja, a pessoa não terá novamente a doença.

Não existe tratamento específico contra a doença. São somente tratados os sintomas, como as dores no corpo e cabeça e febre, com analgésicos e antitérmicos. Salicilatos devem ser evitados (AAS e Aspirina), já que seu uso pode favorecer o aparecimento de sangramentos.

A prevenção à doença é somente através da vacinação. No Brasil estão disponíveis duas vacinas: a produzida por Biomanguinhos – Fiocruz, utilizada pela rede pública, e a produzida pela Sanofi Pasteur, utilizada pela rede privada. Ambas são elaboradas a partir de vírus vivo atenuado, cultivado em ovo de galinha, e têm perfil de segurança e eficácia semelhantes (estimada em 95%).

Desde 2017, o Ministério da Saúde resolveu seguir orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e recomenda apenas uma dose da vacina. Então aqueles que já tomaram uma dose da imunização não precisam mais se preocupar.

Quem deve vacinar?

Os bebês com mais de nove meses de idade. A vacina passou a fazer parte da vacinação de rotina no país e foi incluída no calendário de vacinação deste ano.

Todos os moradores dos 162 municípios catarinenses que integram a Área com Recomendação de Vacina contra Febre Amarela (ACRV) e as pessoas que residem ou viajam para regiões silvestres, rurais ou de mata de qualquer um dos municípios brasileiros considerados (ACRV), que ainda não foram vacinados. O Espírito Santo e partes dos estados da Bahia e São Paulo foram incluídos temporariamente pelo Ministério da Saúde na lista de territórios com recomendação de vacinação. Recentemente, o estado de SC definiu que aplicará vacina nos catarinenses que irão visitar qualquer cidade paulista.

A comprovação de vacinação é exigida por alguns países para viajantes brasileiros, já que o Brasil é considerado endêmico para a doença. (Lista disponível no site da Anvisa).

São contraindicações para a vacina: crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas. Em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação para estes grupos.

Entre os eventos adversos locais descritos o mais comum é a dor no local de aplicação. Que pode durar de um a dois dias, na forma leve ou moderada. Como eventos adversos gerais podem ocorrer: febre, dor de cabeça e muscular.

Apesar de muito raros, podem acontecer eventos graves: reações alérgicas, doenças neurológicas e doenças em órgãos.( No Brasil, entre 2007 e 2012, a ocorrência destes eventos graves foi de 0,42 caso por cem mil vacinados).

 

Fontes:

www.familia.sbim.org.br/vacinas

www.dive.sc.gov.br/febre-amarela