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Divulgação: Projeto de extensão cria grupo de apoio para trabalhadores assediados moralmente em Florianópolis
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) irá formar um novo grupo de apoio aos trabalhadores que sofrem de assédio moral no desempenho de suas atividades profissionais em Florianópolis e região. Os interessados devem marcar entrevista para identificar se as situações vivenciadas no âmbito do trabalho constituem assédio moral de fato. Interessados devem enviar um e-mail para
. As vagas são limitadas, e o prazo para o envio encerra no fim do mês.As situações mais características desses constrangimentos pessoais impostos por parte de chefias e por colegas estão no manual Assédio Moral no Trabalho: uma violência a ser enfrentada. Os interessados podem fazem o download no site da UFSC.
De acordo com a coordenadora do projeto de extensão Combate e Prevenção ao Assédio Moral no Trabalho para a Promoção da Saúde do Trabalho, Suzana da Rosa Tolfo, do departamento de Psicologia da UFSC, estas situações são mais comuns do que se imagina. “Dificilmente, o trabalhador assediado encontra apoio nas organizaçõess . Por isso, a disposição de um espaço para informação, troca de experiência favorece estratégias de defesa, bem como atividades terapêuticas breves. Elas são realizadas por alunos de graduação e pós-graduação, sob minha supervisão”.
Os encontros semanais posteriores – todos realizados na UFSC – tratam da exposição do problema individual ao grupo, bem como a busca de estratégias de enfrentamento à dificuldade vivenciada pelo trabalhador. Para a coordenadora, esses problemas têm consequências negativas para o bem-estar do trabalhador e não devem ser ignorados. Crises de ansiedade generalizadas e depressão são alguns dos problemas de saúde decorrentes do Assédio Moral. Iniciado em 2011, o grupo de apoio tem se mostrado eficiente no sentido de ajudar na troca de experiências entre trabalhadores de todos os níveis: serventes terceirizados, professores universitários concursados, servidores públicos e empregados de empresas privadas e de economia mista.
Fonte da notícia: site www.ufsc.br
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Gripe e Vacinação
Vacina contra a Influenza (Gripe)
A gripe é causada pelo vírus da Influenza. Ocorre início súbito de febre alta e tosse. Pode haver também: dores musculares e de articulações, dor de cabeça, dor de garganta, coriza, mal-estar intensa, náuseas e vômitos. Geralmente, deixa o indivíduo acamado. A recuperação completa pode durar até uma semana e pode complicar com pneumonia e desconforto respiratório. A transmissão ocorre principalmente através do contato com partículas eliminadas por pessoas infectadas ou mãos e objetos contaminados por secreções. É muito elevada em ambiente domiciliar, creches, escolas e em ambientes fechados. A transmissão também é elevada em aviões, navios e outros meios de transporte coletivo. Extremamente contagiosa, o vírus penetra no organismo através das vias respiratórias.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se que a influenza acomete 5 a 10% dos adultos e 20 a 30% das crianças, causando 3 a 5 milhões de casos graves e 250.000 a 500.000 mortes todos os anos.
Todas as pessoas após os 6 meses de idade devem ser vacinadas. Porém determinados grupos de risco cujas complicações secundárias são mais comuns e graves, ou que possuem maior risco de contágio, possuem preferência na vacinação. São eles:
- Idosos a partir dos 60 anos
- Cardiopatas
- Indivíduos com Doenças Pulmonares Crônicas
- Diabéticos
- Indivíduos com obesidade grau III
- Indivíduos com AIDS e imunossupressões
- Pessoas com Doenças Renais Crônicas
- Pessoas com Doenças Hepáticas crônicas
- Transplantados
- Gestantes e puérperas
- Profissionais de saúde
- Pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema carcerário
- Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos, que estejam cumprindo medidas sócio-educativas
- Povos indígenas
Como medidas de prevenção, devemos lavar as mãos frequentemente, cobrir o nariz e boca ao espirrar e nos vacinar contra a Gripe. A vacinação contra Influenza mostra-se como uma das medidas mais efetivas para a prevenção da Influenza grave e de suas complicações.
Há dois tipos de vacina contra a Gripe. A Trivalente protege contra as cepas (H1N1 e H2N3) do vírus da Influenza A e uma cepa da Influenza B (Brisbane). A Tetravalente tem as mesmas cepas da Trivalente, além da cepa Phuket da Influenza B.
Quanto aos eventos adversos da vacina contra a gripe, a dor no local da aplicação é o mais comum. Não existem evidências de que a vacina possa causar eventos sistêmicos graves como, febre alta ou Síndrome de Guillain-Barré.
A vacinação ocorre anualmente, devido às mudanças das características dos vírus Influenza circulante a cada ano. Nas crianças de 6 meses a 9 anos incompletos (que estejam recebendo a vacina pela primeira vez) é feita em duas doses, com intervalo de 30 dias entre elas. Nos adultos e crianças que já receberam anteriormente uma dose da vacina, é feita em dose única.
Fontes:
– Ministério da Saúde – Informe técnico sobre Influenza
– Casa de vacinas GSK
– Sociedade Brasileira de Imunizações
Texto elaborado por:
Dra. Andréa Benincá de Almeida
Médica do Trabalho
Divisão de Saúde e Segurança do Trabalhador
DSST/CPVS/DAS- UFSC
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Portaria – Licença para Tratamento de Saúde
Dispõe sobre a licença para tratamento de saúde do servidor, a licença por motivo de doença em pessoa da família e a licença à gestante no âmbito da UFSC e dá outras providências.
Para ter acesso à Portaria, clique aqui.
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Suicídio: Informando para prevenir
O Conselho Federal de Medicina (CFM) elaborou uma cartilha sobre suicídio, com a intenção de fornecer informações sobre o tema aos profissionais da saúde, de forma a ajudá-los a identificar pessoas em risco e prevenir o ato suicida.
Confira a cartilha na íntegra:



